Matéria sobre VEGetariANISMO que saiu no Jornal de Brasília.
Com o pensamento nos direitos dos bichos, os vegans optaram por não consumir carne e alimentos derivados de animais.
Grasielle Castro
Eles são pessoas como você. Não há nenhuma diferença visível. Porém, o incomum ocorre na hora de comer. Adotaram como estilo alimentar o veganismo: não come carnes, ovos ou derivados de origem animal. Geralmente, esta opção surge seguida da conscientização de libertação animal.
No início, para quem está inserido em uma cultura que tem tradição de comer carne, é difícil até ser vegetariano. O estudante de Ciências Sociais, Daniel Kirjner, 22 anos, é vegan há dois anos e esclarece logo. "No início, as pessoas acham graça. Antes de me interessar pela libertação animal, eu até zoava meus amigos que são vegans, mas com o tempo aquilo passou a fazer sentido para mim. Senti-me incoerente comendo carne e achei que o certo fosse parar com derivados também".
Mas logo as dificuldades aparecem. A primeira surge quando o vegan vai comer fora de casa. As opções são poucas e quase não há cultura de alimentos de origem vegetal. Daniel esclarece que as poucas alternativas estão relacionadas à nutrição, saúde ou estética e que à noite, o momento de diversão, de alguma maneira, exclui estes princípios. Porém ele ressalta que, o sacrifício que o vegan pode fazer é bem menor que o dos animais. "Esse é o meu jeito de se virar, ter um estilo prazeroso e coerente".
No entanto, a restrição à cultura de alimentos de origem vegetal ainda faz com que o termo vegan seja alvo de preconceitos. O assistente social Leonardo Ortegal, 22 anos, diz que para evitar confusão, considera-se um vegetariano estrito. "É um termo mais próximo do vocabulário brasileiro e evita polêmicas". Para ele, esta é uma forma de não consumo consciente. Tanto, quanto sua namorada Natália Dantas e a filha do casal Luísa Ortegal, quatro anos, são vegetarianos. Para saber mais sobre o veganismo, Leonardo faz parte de um grupo de estudos vegetariano. "No grupo a gente estuda toda matemática vegetariana. Desde culinária a tratamentos de animais, porque eles merecem o mesmo tratamento que devia dar ao nosso próximo, tratamento ideal de direito à vida. No momento, estamos lendo o livro Jaulas Vazias, de Tom Regan, principal filósofo e ativista dos direitos animais.
Em prol dos animaisA luta pela conscientização alimentar não está restrita aos estudos. Existe ainda o Madu, um grupo de ação que começou com uma série de manifestações contra o uso de animais em circos. O nome veio de uma elefante fêmea de circo, que matou três treinadores. Ela sofria da Síndrome do Elefante, que a tornava agressiva devido os maus-tratos e falta de alimentação adequada.
Segundo o estudante Júnior Pereira, 18 anos, um dos organizadores do grupo, as ações são interligadas com outras cidades. Ele adianta que entre os planos estão a Verdurada, um mutirão de reflorestamento em áreas degradadas, um ciclo de palestras e debates nas escolas do DF. "E já temos agendado vários eventos para o próximo dia 4 de outubro, que é o dia mundial dos animais", completa.
Straight edge: o xis da questão
Existe, ainda, uma ideologia que vai além do pensamento vegan. O Straight edge engloba a raiz vegan e adiciona a ela ingredientes relacionados ao comportamento. Por exemplo, o sXe não usa qualquer tipo de droga, acredita que o rock é possível sem drogas e sexo promíscuo. Embora o modo de vida straight edge não incluir nenhuma idéia política ou social, muitos dos adeptos a este estilo de vida defendem a anarquia, o socialismo ou a sustentabilidade.
A marca clássica do sXe é o X, geralmente, tatuado na mão. Em 1980, quando começou o sXe, que é completamente relacionado à música, os jovens iam a shows e, para que não consumissem bebidas alcóolicas, era feito um X na mão dos menores. O X acabou se tornando uma forma de negação, como quem diz eu não quero beber, eu quero me diverti. Uma das bandas que deu o primeiro passo no movimento foi o Minor Threat com os versos: "I Don't Drink, I Don't Smoke, I Don't Fuck - At Least I can fuckin' think! [...]" (Eu não bebo, eu não fumo, eu não fodo - Pelo menos eu consigo pensar, porra!).
VerduradaNo Brasil, o sXe está em constante crescimento. Bimestralmente, desde 1996, em São Paulo ocorre a Verdurada, o evento mais importante do calendário hardcore-punk-straightedge brasileiro. Os objetivos de quem organiza a verdurada são basicamente dois: mostrar que se pode fazer com sucesso eventos sem o patrocínio de grandes empresas e sem divulgação paga na mídia e levar até o público a música, as idéias e opiniões de pensadores e ativistas divergentes.
Em Brasília, uma das bandas que usam a música como mídia para disseminar a idéia é a Linha de Frente (foto). Segundo Frederico Galeno, baterista da banda, a intenção é fazer com que as pessoas reflitam sobre o que acontece. "Neste ano, tocamos no Porão do Rock e quando nós falamos, as pessoas pararam e escutaram. Com certeza, pelo menos, uma parou para pensar e isso já vale", anima. Frederico completa e diz que nas músicas da banda costuma falar sobre veganismo, que agrega valor ao sXe e é algo maior. O mote da banda é ser a favor da vida, dos animais, da libertação da terra, do ser humano em geral e contra o aborto.
Apesar de o sXe, ser um modo de vida mais intenso que o veganismo, não é necessariamente preciso que os adeptos sejam vegan. É comum dizer que os sXe que ainda não são vegan, serão com tempo. Mas isso ainda é muito pessoal, Frederico conta que não considera sXe uma pessoa que não é vegan.
Link da Fonte:
http://www.clicabrasilia.com.br/impresso/noticia.php?IdNoticia=303118&busca=veganismo
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Programa do Fantástico reconhece que a carne é o alimento ambientalmente mais incorreto
Veja a matéria intitulada "Mundo de Valentina: o futuro da comida no planeta" passada no Fantástico no dia 01/07/2007:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM695884-7823-O+MUNDO+DE+VALENTINA+O+FUTURO+DA+COMIDA+NA+TERRA,00.html
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM695884-7823-O+MUNDO+DE+VALENTINA+O+FUTURO+DA+COMIDA+NA+TERRA,00.html
ou, caso não consiga visualizar o vídeo, leia a íntegra da matéria em:
terça-feira, 13 de março de 2007
Nike lança tênis de pele de crocodilo por R$ 5,7 mil
A Nike deve comprar briga com as entidades de defesa dos animais. Tudo porque a fábrica de calçados lançou um modelo especial de comemoração com pele de cobras e crocodilos. O modelo, segundo o jornal The Sun, custa 1,4 mil libras (R$ 5,7 mil).
O tênis conta com pele de crocodilo de água salgada e de cobras anacondas, as maiores do mundo.
O novo modelo está à venda em lojas especializadas. Em Londres, de acordo com o The Sun, o calçado está em exposição em uma caixa de vidro, especialmente iluminada para o lançamento da Nike.
Grupos de defesa dos animais já se levantaram contra o novo tênis da fábrica. "Quem compra esse tipo de tênis apóia a crueldade", disse um porta-voz da ONG People for the Ethical Treatment of Animals (Peta).
CONFIRA AS FOTOS DO PRODUTO NO SITE DA FONTE
FONTE: http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200703121547_INV_30421462&idtel=
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
Ato aqui em Brasília (pelo dia internacional contra os casacos de pele)
Em Brasília, realizaremos um ato na frente da Embaixada apartir das 10h da manhã (amanhã, terça-feira 13/02).
A Embaixada da CHINA fica na Quadra 813 Lote 51 Av. das Nações, Asa Sul - Brasília - DF
Telefone: 3346-4436/3346-1880 (Você pode ligar para deixar a sua opinião)
A Embaixada da CHINA fica na Quadra 813 Lote 51 Av. das Nações, Asa Sul - Brasília - DF
Telefone: 3346-4436/3346-1880 (Você pode ligar para deixar a sua opinião)
Carta aberta à Embaixada da China
Peles de Raposas, Guaxinins, Chinchilas, Martas, Cães e Gatos criados e mortos cruelmente, expostos a realidades arrepiantes, em quintas de peles na China são comercializadas e usadas na Europa e nos Estados Unidos.
Na China, a criação e morte de animais para extração da sua pele não obedece a quaisquer regras, uma vez que não há legislação que regulamente esta atividade.
Recentes investigações comprovam os métodos chocantes de criação, transporte, confinamento e matança dos animais destinados à confecção de peças de pele.
Nestas quintas, raposas, martas, coelhos e outros animais exibem distúrbios comportamentais, como movimentos repetitivos e constante abanar das cabeças, em jaulas de arame, em que os animais estão expostos à chuva, ao frio gélido, ou, noutros momentos, ao calor extremo. As mães, que ficam altamente perturbadas pelo tratamento agressivo, assim como pela impossibilidade de, ao terem as suas crias, não poderem esconder-se para o parto nem poderem protegê-las, acabam por matar os seus próprios bebês, de tão afetadas que estão. Doenças e ferimentos são comuns nestes animais, que não têm qualquer espécie de assistência nem recebem qualquer cuidado, acabando estes animais por roerem as suas próprias patas e atirarem-se constantemente contra as grades das jaulas em que estão fechados.
A globalização do comércio de pele faz com que seja impossível saber qual a origem desses produtos. As peles dos animais são artigos leiloados internacionalmente e distribuídos por fabricantes de peças de vestuário e acessórios de pele em todo o mundo, com os produtos finais a serem vulgarmente exportados.
A China fornece mais de metade das peças finais de acessórios de pele importadas para comercialização nos Estados Unidos da América. De igual modo, se uma etiqueta de um casaco ou acessório com pele diz que esse artigo foi feito num país da Europa, os animais cuja pele compõem essas peças foram provavelmente criados e mortos numa parte diferente do mundo – possivelmente, numa quinta de peles da China. Além disso, as quintas de peles nos Estados Unidos da América e na Europa, mesmo com cenários não tão extremos como os das quintas de peles da China, são unidades onde os animais, depois de terem tido vidas miseráveis, são mortos por quebra do pescoço, asfixia, afogamento, envenenamento com gás ou eletrocussão anal ou vaginal.Quem usa um casaco de pele ou qualquer acessório que tenha pele de algum animal, é cúmplice deste comércio horrivelmente cruel. Quem comercializa estas peles e as promove é primeiramente responsável por esta barbaridade inimaginável.
Hoje, 13 de fevereiro, em várias localidades do mundo, ativistas pela causa animal reúnem-se frente a órgãos chineses protestando pelo segundo ano contra a indústria de peles na China.
Nós, na capital do Brasil, viemos à Embaixada chinesa exigir às autoridades competentes que revejam tais práticas e não as associem apenas ao caráter econômico mas no que caracteriza a prática moral e racionalmente.
MADU Libertação animal
Na China, a criação e morte de animais para extração da sua pele não obedece a quaisquer regras, uma vez que não há legislação que regulamente esta atividade.
Recentes investigações comprovam os métodos chocantes de criação, transporte, confinamento e matança dos animais destinados à confecção de peças de pele.
Nestas quintas, raposas, martas, coelhos e outros animais exibem distúrbios comportamentais, como movimentos repetitivos e constante abanar das cabeças, em jaulas de arame, em que os animais estão expostos à chuva, ao frio gélido, ou, noutros momentos, ao calor extremo. As mães, que ficam altamente perturbadas pelo tratamento agressivo, assim como pela impossibilidade de, ao terem as suas crias, não poderem esconder-se para o parto nem poderem protegê-las, acabam por matar os seus próprios bebês, de tão afetadas que estão. Doenças e ferimentos são comuns nestes animais, que não têm qualquer espécie de assistência nem recebem qualquer cuidado, acabando estes animais por roerem as suas próprias patas e atirarem-se constantemente contra as grades das jaulas em que estão fechados.
A globalização do comércio de pele faz com que seja impossível saber qual a origem desses produtos. As peles dos animais são artigos leiloados internacionalmente e distribuídos por fabricantes de peças de vestuário e acessórios de pele em todo o mundo, com os produtos finais a serem vulgarmente exportados.
A China fornece mais de metade das peças finais de acessórios de pele importadas para comercialização nos Estados Unidos da América. De igual modo, se uma etiqueta de um casaco ou acessório com pele diz que esse artigo foi feito num país da Europa, os animais cuja pele compõem essas peças foram provavelmente criados e mortos numa parte diferente do mundo – possivelmente, numa quinta de peles da China. Além disso, as quintas de peles nos Estados Unidos da América e na Europa, mesmo com cenários não tão extremos como os das quintas de peles da China, são unidades onde os animais, depois de terem tido vidas miseráveis, são mortos por quebra do pescoço, asfixia, afogamento, envenenamento com gás ou eletrocussão anal ou vaginal.Quem usa um casaco de pele ou qualquer acessório que tenha pele de algum animal, é cúmplice deste comércio horrivelmente cruel. Quem comercializa estas peles e as promove é primeiramente responsável por esta barbaridade inimaginável.
Hoje, 13 de fevereiro, em várias localidades do mundo, ativistas pela causa animal reúnem-se frente a órgãos chineses protestando pelo segundo ano contra a indústria de peles na China.
Nós, na capital do Brasil, viemos à Embaixada chinesa exigir às autoridades competentes que revejam tais práticas e não as associem apenas ao caráter econômico mas no que caracteriza a prática moral e racionalmente.
MADU Libertação animal
Dia Internacional de Protesto Contra o Uso de Peles de Animais13 de Fevereiro (terça-feira) às 10h
No próximo dia 13 de fevereiro, ativistas de várias organizações deproteção e defesa animal, estarão concentrados em frente às embaixadase consulados da China em mais de 37 cidades ao redor do mundo,protestando pelo segundo ano consecutivo contra a indústria de pelesda China. Em São Paulo o protesto está sendo organizado pelos grupos"Pelo Fim do Holocausto Animal" membro da International Anti-FurCoalition ( http://www.antifurcoalition.org/ ) em parceria com oVeddas (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais eSociedade).
Para elaborar este casaco foram utilizados mais de 20 GATOS DOMÉSTICOS. A importação e comércio de peles de cães e gatos foram proibidas naFrança por decreto, segundo informações da agencia AFP. Modifica-se assim a lei anterior de 2003 e se amplia a proibição ao comércio detodos os "produtos derivados" das peles de ambas espécies.
Na Europa,ainda é possível vestir-se com as peles destes animais, apesar dos ecologistas lutarem para conseguir sua proibição total alegando quegatos e cãoes são despelados vivos na Ásia para suprir o continenteeuropeu. Alguns países como Bélgica, Dinamarca, França, Itália e Grécia proibiram a exportação de peles de gatos e cães, mas a falta defiscalização nas alfângegas fazem com que as peles destes animais acabem chegando a todos os países membros da UE. E também há países que ainda não proibiram o comércio e um deles é a Espanha.
A China é o maior produtor e exportador de peles de animais que continuam vítimas das mais extremistas formas de crueldade. Recentes investigações comprovam osmétodos chocantes de criação, transporte, confinamento e matança dosanimais. Entre as espécies sendo utilizadas estão incluídas não somente as tradicionais fornecedoras de pele como a raposa, coelho, guaxinim mas também cães e gatos que tem suas peles arrancadas e comercializadas de maneira fraudulenta como sendo pele de outros animais. Anualmente, mais de 2 milhões de cães e gatos são mortos na China para retirada de suas peles. Somando-se às outras espécies, mais de 40 milhões de animais são mortos todos os anos para o uso de suaspeles.
Neste dia de ação internacional, os ativistas pretendem chamar a atenção do mundo ao barbarismo da indústria de pele chinesa, conclamar as pessoas para que rejeitem produtos de origem chinesa bem como oboicote aos jogos olímpicos de Pequim que serão realizados em 2008, até que o governo chinês se pronuncie e promova uma mudança radical no tratamento dispensado aos animais daquele país.
Chegou a vez de nós, brasileiros, nos unirmos a esta luta eparticiparmos que não concordamos com o massacre.
Envie você também sua opinião às autoridades chinesas.
Local 1 - São Paulo/SPConsulado da China - R. Estados Unidos, 1071, Jd. América - Tel 113082-9877 e 3082-9084 - consuladodachina@terra.com.br -http://www.saopaulo.china-consulate.org
Local 2 - Rio de Janeiro/RJConsulado da China - R. Muniz Barreto, 715 - Botafogo - Tel 212551-4578 - chinaconsul_rj_br@mfa.gov.cn -http://www.consulado-china-rj.org.br
Uma vez que existem poucos consulados é uma sugestão que enviem tambémpara as regionais da Câmara Comercial Brasil/China:http://www.ccibc.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php
Mais informações:http://www.holocaustoanimal.org/
Para elaborar este casaco foram utilizados mais de 20 GATOS DOMÉSTICOS. A importação e comércio de peles de cães e gatos foram proibidas naFrança por decreto, segundo informações da agencia AFP. Modifica-se assim a lei anterior de 2003 e se amplia a proibição ao comércio detodos os "produtos derivados" das peles de ambas espécies.
Na Europa,ainda é possível vestir-se com as peles destes animais, apesar dos ecologistas lutarem para conseguir sua proibição total alegando quegatos e cãoes são despelados vivos na Ásia para suprir o continenteeuropeu. Alguns países como Bélgica, Dinamarca, França, Itália e Grécia proibiram a exportação de peles de gatos e cães, mas a falta defiscalização nas alfângegas fazem com que as peles destes animais acabem chegando a todos os países membros da UE. E também há países que ainda não proibiram o comércio e um deles é a Espanha.
A China é o maior produtor e exportador de peles de animais que continuam vítimas das mais extremistas formas de crueldade. Recentes investigações comprovam osmétodos chocantes de criação, transporte, confinamento e matança dosanimais. Entre as espécies sendo utilizadas estão incluídas não somente as tradicionais fornecedoras de pele como a raposa, coelho, guaxinim mas também cães e gatos que tem suas peles arrancadas e comercializadas de maneira fraudulenta como sendo pele de outros animais. Anualmente, mais de 2 milhões de cães e gatos são mortos na China para retirada de suas peles. Somando-se às outras espécies, mais de 40 milhões de animais são mortos todos os anos para o uso de suaspeles.
Neste dia de ação internacional, os ativistas pretendem chamar a atenção do mundo ao barbarismo da indústria de pele chinesa, conclamar as pessoas para que rejeitem produtos de origem chinesa bem como oboicote aos jogos olímpicos de Pequim que serão realizados em 2008, até que o governo chinês se pronuncie e promova uma mudança radical no tratamento dispensado aos animais daquele país.
Chegou a vez de nós, brasileiros, nos unirmos a esta luta eparticiparmos que não concordamos com o massacre.
Envie você também sua opinião às autoridades chinesas.
Local 1 - São Paulo/SPConsulado da China - R. Estados Unidos, 1071, Jd. América - Tel 113082-9877 e 3082-9084 - consuladodachina@terra.com.br -http://www.saopaulo.china-consulate.org
Local 2 - Rio de Janeiro/RJConsulado da China - R. Muniz Barreto, 715 - Botafogo - Tel 212551-4578 - chinaconsul_rj_br@mfa.gov.cn -http://www.consulado-china-rj.org.br
Uma vez que existem poucos consulados é uma sugestão que enviem tambémpara as regionais da Câmara Comercial Brasil/China:http://www.ccibc.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php
Mais informações:http://www.holocaustoanimal.org/
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
Protesto em Goiânia contra o Le Cirque
Depois de uma série de protestos em Brasília contra o Le Cirque, chegou a vez de Goiânia realizar seu ato de repúdio, com cerca de 50 manifestantes, em 28/01/2006, um domingo. Veja a notícia sobre o protesto no site http://www.dm.com.br/impresso.php?id=171584
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Le Cirque vai para Goiânia
Le Cirque saiu de Brasília e foi para Goiânia.
Militante de Goiânia, mobilize-se. Em Brasília perturbamos o circo, chegou a vez de vocês.
Um pouco do que deu na imprensa de Brasília:
27/10/2006: http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2687331&sub=Distrito%20Federal
24/10/2006: http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2687592&sub=Distrito
Além das denúncias contra maus-tratos houve também 2 denúncias de lesão corporal contra manifestantes e uma de roubo de câmera fotográfica. Em Florianópolis também houve processos de lesão corporal contra manifestantes, incluindo uma do sexo feminino.
Militante de Goiânia, mobilize-se. Em Brasília perturbamos o circo, chegou a vez de vocês.
Um pouco do que deu na imprensa de Brasília:
27/10/2006: http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2687331&sub=Distrito%20Federal
24/10/2006: http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2687592&sub=Distrito
Além das denúncias contra maus-tratos houve também 2 denúncias de lesão corporal contra manifestantes e uma de roubo de câmera fotográfica. Em Florianópolis também houve processos de lesão corporal contra manifestantes, incluindo uma do sexo feminino.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Dia Internacional do Direito dos Animais (DIDA) - 10/12
Em Brasília o grupo Madu mobilizou 12 pessoas que distribuiram panfletos de cosncientização e procuraram conversar com as pessoas no zoológico daqui.
Em São Paulo, segundo os organizadores da cidade, chegou-se quase ao número de 100 manifestantes.
Em Porto Alegre imprensas como SBT e RBS compareceram.
Para ver as fotos do DIDA em algumas cidades do Brasil acesse http://www.guiavegano.com.br/galeria/thumbnails.php?album=90
Para ver as fotos do DIDA na Inglaterra acesse
http://www.uncaged.co.uk/iard8.htmm
Para saber o que é o Dia Internacional do Direito dos Animais
http://www.uncaged.co.uk/iard.htm .
Em São Paulo, segundo os organizadores da cidade, chegou-se quase ao número de 100 manifestantes.
Em Porto Alegre imprensas como SBT e RBS compareceram.
Para ver as fotos do DIDA em algumas cidades do Brasil acesse http://www.guiavegano.com.br/galeria/thumbnails.php?album=90
Para ver as fotos do DIDA na Inglaterra acesse
http://www.uncaged.co.uk/iard8.htmm
Para saber o que é o Dia Internacional do Direito dos Animais
http://www.uncaged.co.uk/iard.htm .
sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Domingo, 10 de dezembro de 2006: 9º Dia Internacional dos Direitos Animais
David Turchick -
" Pela primeira vez no Brasil (e já em dezoito cidades simultaneamente), será lembrado o Dia Internacional dos Direitos Animais, que já é lembrado no mundo todo desde 1998. Neste ano, o tema do DIDA no Brasil será "Pelo fim da escravidão animal". Segundo os organizadores, os animais são os escravos de hoje em dia, e a abolição da escravatura animal só depende de escolhas feitas no cotidiano de cada cidadão. As ações de conscientização brasileiras farão parte das ações que ocorrerão no mundo todo, sempre com aquela mensagem muito simples, mas ao mesmo tempo muito forte: os animais não são nossos, não importa como queiramos nos beneficiar fazendo uso deles (seja fazendo experimentos com eles, seja comendo-os, seja vestindo suas peles, seja enjaulando-os em zoológicos, seja comprando-os para nos estimar, etc.). Em São Paulo, ocorrerá uma passeata na Avenida Paulista. Os cariocas conscientizarão quem estiver passeando pelo posto 4, em Copacabana, a respeito da vivissecção (testes em animais). Já os brasilienses escolheram como local de sua manifestação o zoológico de sua cidade, enquanto os porto-alegrenses escolheram o Parque da Redenção, onde simbolizarão quatro formas de exploração dos animais. Os abolicionistas de Belo Horizonte farão um ato performático na Praça da Liberdade, enquanto os de Fortaleza exibirão vídeos sobre como os animais são usados hoje em dia, em pleno calçadão da beira-mar! Em todas as cidades, estarão sendo recolhidas assinaturas para a nova (ou verdadeira, segundo os organizadores) Declaração Universal dos Direitos Animais, que se encontra em www.sentiens.net/declara.
Contato nacional: David Turchick: (21) 3474-3822 / 9482-2605, davidturchick@yahoo.com.br
Organizadores locais:
Araraquara - Walter: grupo-araraquara@svb.org.br
Belo Horizonte - Koji: pretovelho@riseup.net Mariana: marianacontato123@yahoo.com.br
Brasília - Guilherme: rguilhermedf@gmail.com
Campo Grande - Jaque: jaqueline_atorres@yahoo.com.br
Curitiba - Henrique: brahmaputra23@hotmail.com
Florianópolis - Pedro: gaefloripa@gmail.com
Fortaleza - João Paulo: joaopaulobrega@hotmail.com
Goiânia - Fabíola: animaisamigos@gmail.com
Guarapuava - Robson: xmagrelox@yahoo.com.brJoinville - Laura: laurapacker@terra.com.br
Natal - Cássio: cassiolmn@yahoo.com.br
Piracicaba - Carina: carinasppa@yahoo.com.br
Porto Alegre - Rafael: rafaeljacobsen21@hotmail.com Nazareth: naza@portoweb.com.br
Ribeirão Preto - Adriano: ribeirao@svb.org.br
Rio de Janeiro - Renato: (21) 2225-0948 / 9288-2422, renatusjr@hotmail.com David: (21) 3474-3822 / 9482-2605, davidturchick@yahoo.com.br
Salvador - Paullo: paullophirmo@yahoo.com.br
São Carlos - Fred: doesto@terra.com.br
São Paulo - George: (11) 5585-3475 / 9135-2116, nutriveg@terra.com.br
Fábio: (11) 6161-8984, fabiopaiva55@yahoo.com.br
" Pela primeira vez no Brasil (e já em dezoito cidades simultaneamente), será lembrado o Dia Internacional dos Direitos Animais, que já é lembrado no mundo todo desde 1998. Neste ano, o tema do DIDA no Brasil será "Pelo fim da escravidão animal". Segundo os organizadores, os animais são os escravos de hoje em dia, e a abolição da escravatura animal só depende de escolhas feitas no cotidiano de cada cidadão. As ações de conscientização brasileiras farão parte das ações que ocorrerão no mundo todo, sempre com aquela mensagem muito simples, mas ao mesmo tempo muito forte: os animais não são nossos, não importa como queiramos nos beneficiar fazendo uso deles (seja fazendo experimentos com eles, seja comendo-os, seja vestindo suas peles, seja enjaulando-os em zoológicos, seja comprando-os para nos estimar, etc.). Em São Paulo, ocorrerá uma passeata na Avenida Paulista. Os cariocas conscientizarão quem estiver passeando pelo posto 4, em Copacabana, a respeito da vivissecção (testes em animais). Já os brasilienses escolheram como local de sua manifestação o zoológico de sua cidade, enquanto os porto-alegrenses escolheram o Parque da Redenção, onde simbolizarão quatro formas de exploração dos animais. Os abolicionistas de Belo Horizonte farão um ato performático na Praça da Liberdade, enquanto os de Fortaleza exibirão vídeos sobre como os animais são usados hoje em dia, em pleno calçadão da beira-mar! Em todas as cidades, estarão sendo recolhidas assinaturas para a nova (ou verdadeira, segundo os organizadores) Declaração Universal dos Direitos Animais, que se encontra em www.sentiens.net/declara.
Contato nacional: David Turchick: (21) 3474-3822 / 9482-2605, davidturchick@yahoo.com.br
Organizadores locais:
Araraquara - Walter: grupo-araraquara@svb.org.br
Belo Horizonte - Koji: pretovelho@riseup.net Mariana: marianacontato123@yahoo.com.br
Brasília - Guilherme: rguilhermedf@gmail.com
Campo Grande - Jaque: jaqueline_atorres@yahoo.com.br
Curitiba - Henrique: brahmaputra23@hotmail.com
Florianópolis - Pedro: gaefloripa@gmail.com
Fortaleza - João Paulo: joaopaulobrega@hotmail.com
Goiânia - Fabíola: animaisamigos@gmail.com
Guarapuava - Robson: xmagrelox@yahoo.com.brJoinville - Laura: laurapacker@terra.com.br
Natal - Cássio: cassiolmn@yahoo.com.br
Piracicaba - Carina: carinasppa@yahoo.com.br
Porto Alegre - Rafael: rafaeljacobsen21@hotmail.com Nazareth: naza@portoweb.com.br
Ribeirão Preto - Adriano: ribeirao@svb.org.br
Rio de Janeiro - Renato: (21) 2225-0948 / 9288-2422, renatusjr@hotmail.com David: (21) 3474-3822 / 9482-2605, davidturchick@yahoo.com.br
Salvador - Paullo: paullophirmo@yahoo.com.br
São Carlos - Fred: doesto@terra.com.br
São Paulo - George: (11) 5585-3475 / 9135-2116, nutriveg@terra.com.br
Fábio: (11) 6161-8984, fabiopaiva55@yahoo.com.br
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